segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dia de sacrifício debaixo de 37 graus! Pretorianos Raça!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

GUARDA PRETORIANA.



A história da Guarda Pretoriana começa nos últimos anos do século I a.C. e nos primeiros do século I d.C. com Augusto, mas de fato sua real história é muito mais velha. Ao construir-se um acampamento, que em maior parte dos casos era semelhante a uma pequena cidade, com ruas e uma praça pública (forum), marcava-se primeiro o local onde se localizaria o praetorium, desenhando-se depois a disposição do acampamento em função desse ponto.Durante a República, a escolta dos comandantes do exército estava a cargo dos extraordinarii, uma unidade especial selecionada de entre as unidades das legiões. A noticia convenientemente documentada que nós temos de uma Guarda pessoal criadas ad hoc, especialmente para o caso, é do ano de 138 AC, ano em que Públio Cornélio Cipião Emiliano vai para Numancia com seu impressionante exército e uma coorte formada por 500 amigos que formaram sua escolta pessoal, desde que eles acamparam próximo ao Pretório, eles receberam o nome de Guarda Pretoriana. Embora depois da guerra a unidade tenha sido dissolvida junto com o resto do exército, a partir de então os comandantes romanos alistados para as campanhas, formaram unidades especiais para sua proteção. Estas guardas pretorianas não tinham características distintivas especiais e eram formadas por legionários romanos ou auxiliares.Diante da morte de César, Octavio e Antônio conservaram a Guarda Pretoriana que de acordo com Apiano alcançou 8.000 homens, o que nos dá 16 coortes. Mesmo em um tempo em que havia dúzias de legiões espalhadas pelo mundo, esse é um número considerável. Depois da vitória sobre Antônio, Octavio fundiu o seu exército como de Antônio em um ato simbólico que pretendia retomar a situação anterior a morte de César, ou seja um exército unido e sem discórdias.Pelo ano 13 a.C. Octavio, agora Augusto, imperador de Roma, regulamentou a Guarda Pretoriana como uma unidade especial militar, cuja função era a proteção do Família Imperial. Se um legionário tinha que servir naquela época por 16 anos nas legiões, se completasse serviço na Guarda o tempo era baixado para 12 anos. De acordo com Tácito, no ano 5 d.C. foi adotado o 20 anos de nas legiões e 16 na Guarda. Depois da vitória de Octavio, agora "dono do mundo", foi desmobilizado a maioria do gigantesco exército que tinha participado nas guerras civis deixando umas trinta legiões para operação e reduzindo o número de coortes pretorianas a nove, de acordo com Tácito. Segundo Suetonio, três dessas coortes era para os ambientes de Roma enquanto as outras seis eram distribuídas pela Itália Até o ano 2 d.C. o comando de cada coorte da Guarda Pretoriana estava a cargo de um tribuno da ordem eqüestre, um cavalheiro, mas Augusto unificou o controle em dois tribunos, os prefeitos pretorianos. O tribuno de serviço ia todas as tardes a casa de Augusto, por volta da hora oitava, para receber do imperador em pessoa, a senha do dia. No ano de 23 d.C., com Tibério como imperador, se inaugurou o acampamento permanente da Guarda Pretoriana, chamado Praetoria Castrates, localizado nas cercanias de Roma, na colina do Viminal. As impressionantes muralhas deste acampamento ainda podem ser vistas em Roma. O acampamento da Guarda ocupava uns 17 hectares, aproximadamente dois terços de um acampamento da legião. Provavelmente tinha a capacidade para aproximadamente 4.000 homens, embora os arqueólogos descobriram estruturas, de amplificações dos barracões de dois pisos e alojamentos dentro das próprias muralhas, o que pode levar a crer que se podia aquartelar cerca de 12.000 homens sem problemas. Considera-se Tibério como um segundo fundador da Guarda Pretoriana, e por ter sido Tibério o criador da Praetoria Castrates, a Guarda Pretoriana passou usar o escorpião, que era o signo de Tibério, como distintivo da unidade militar, nos seus escudos e no seu estandarte, o vexillum.

O NOME!


Origem
Foi criada por Octávio após a conquista do Egito e seu retorno a Roma, onde recebeu do Senado o título de príncipe, ficando seu governo conhecido como principado (30 a.C.- 14 d.C.). Como príncipe, tornou-se o primeiro cidadão da República e líder do Senado; como imperador assumiu o comando supremo do exército, criando a guarda pretoriana, encarregada de sua proteção pessoal; como tribuno da plebe era sacrossanto e possuía o poder de veto sobre decisões do Senado; como sumo-pontíficie, controlava a religião romana.
A partir de
Augusto, todos os imperadores tiveram uma guarda pretoriana, de tamanho variável. Tibério foi o construtor de uma fortificação que serviu de base para a guarda pretoriana e, por isso, foi adotado o escorpião (signo zodiacal de Tibério) como símbolo da guarda.
A guarda pretoriana teve participação decisiva em muitos eventos da história romana, como por exemplo no assassinato de
Calígula. A guarda pretoriana era usada pelos imperadores como um instrumento de validação de suas leis pela força, usando-a, por exemplo, para mandar matar inimigos.
Porém, a guarda pretoriana também poderia ser muito perigosa. Por isso criou-se o costume de agradar os comandantes da guarda com pequenos presentes e comissões.
Após alguns anos de serviço, um legionário poderia pretender uma vaga na guarda pretoriana, que proporcionava melhores salários, benefícios e menor tempo de serviço.
Mesmo após as reformas de Mário, que introduziram, entre outras coisas, os escudos retangulares, a guarda pretoriana ainda usava os escudos ovais do tempo da República. Isso servia também como uma demonstração de preservação dos velhos costumes.
A Guarda Pretoriana era um corpo militar de elite formado para proteger os imperadores romanos e sua família. Em certas ocasiões este corpo que alcançou tanto poder que era decisivo na escolha ou permanência dos imperadores. Vestiam-se de forma diferenciada, e as guardas reais do presente século são as suas herdeiras no que tange a questão de proteção da família real. A Guarda Pretoriana sempre mostrou o seu valor combativo de forma admirável, quando teve que proteger o imperador.

História


No ano de 2007 por intermédio do jogador do Time de Rugby GUERREIROS KORUBOS de Manaus Danilo Malizia idealizou a possibilidade de fundar um time de Rugby em Itajubá-MG.

Com a ajuda de amigos da faculdade o Time nasceu no mês de outubro de 2008 no estádio do Yuracan futebol clube.

Estavam presentes no 1º treino os jogadores: (esquerda p/ direita) MAIKO, DIEGO D2, SIMEI, DANILO, DIEGO D1, MUCILON TORÚ E DANIEL.
E assim começa a nossa história!